Apesar de todas as polémicas que existiram envolta do seu carácter, para a história fica o grande músico, o grande entertainer, e a grande obra que ultrapassará gerações e gerações!
Escolhi para título deste post, a música que ele escreveu talvez a pensar em si mesmo, e com ela produz um efeito de esperança em milhões de pessoas!
Cada vez mais se acentua o colapso entre humanos com dinheiros e humanos sem dinheiro! Para melhor entendimento, o primeiro grupo pode ser chamado de Clientes, e o segundo de Invisíveis.
Os clientes são humanos dotados de dinheiro, e têm o direito de comprar: - alimentos, e desperdiça-los no lixo; - habitação, e destruição do meio ambiente se necessário; - serviços de saúde, quer por motivos de 'saúde', ou por motivos de beleza; - educação, e certificados de educação, mesmo que não aprenda nada; - lazer e outros; - felicidade momentânea, sem nunca serem felizes no meio do tudo ou do quase tudo...
Os invisíveis são humanos sem direito a adquirir nada, apenas têm o direito de: - esperar horas, dias, meses e anos, por um serviço de saúde ou pela morte, - contentar-se com uma escolarização mínima, ou nenhuma; - a viver na rua ou em barracas, mas longe do grupo anterior; - a alimentar-se dos restos do grupo anterior, ou morrer de fome; - esperar que as grandes multinacionais não lhes poluam as águas, ou que não lhes sequem os poços; - ou ainda, consumir água imprópria, ou morrer de sede; - viver felizes com muito pouco ou quase nada...
Os filmes seguintes mostram esta divisão entre os dois grupos. A base da divisão é a alimentação, recurso em quantidade no mundo para todos, mas para que alguns possam ter caprichos, outros não podem comer...
Desde de 29 de Abril de 1982, este dia passou a ser comemorado como o Dia da Dança. Para realçar este dia utilizei como título a primeira frase da mensagem do Prof. Alkis Raftis, Presidente do Conselho Internacional da Dança. O qual realça a importância da dança como actividade necessária e dirigida a todos, fazendo uma focalização nas pessoas com deficiência. A dança é para todos, como bem necessário à educação do ser humano.
Segundo o mesmo, existem dois tipos de pessoas que não dançam, aqueles que não aprenderam e aqueles que julgam não ser capazes. E são estes o futuro da dançam, porque é necessário incutir na nossa sociedade a dança enquanto vertente educativa para todos, excepção! Eu faço parte do primeiro grupo, nunca aprendi a dançar, daí o embaraço e a falta de jeito. Mas tanto eu como os outros do primeiro grupo, como aqueles que perante uma deficiência física ou mental, se julgam incapazes de dançar, todos somos habilitados e merecedores da dança.
Na minha opinião, a Dança deveria fazer parte do plano educacional de cada um, mas confesso que perante o preconceito e a inflexibilidade de alguns, este meu desafio seja muito difícil de alcançar.
Pode não ser a melhor música para dançar, mas foi a vencedora do Festival da Canção Alternativo, e não nos deixa indiferentes, quer pela mensagem, quer pelo humor, quer pela musicalidade, e quer pela vontade de dançar que deixa... e por isso decidi encerrar este post com os Homens da Luta...