
Creio em um só Cavaco,
Presidente pouco-poderoso,
Criador do tabu e das escutas,
visíveis e invisíveis.
Creio em um só José Sócrates,
primeiro-ministro,
gerado engenheiro
sem estudar há séculos,
Cábula de Cábula,
Inglês não Fez,
Mas com fax domingueiro chegou a engenheiro,
licenciado, não examinado,
com um inglês bem tramado.
Com Ele todas as SCUT's foram desfeitas.
E, por nós, portugueses,
e para a nossa maldição,
desceu da Independente,
E encarnou no espírito da governação,
e no seio do governo de Guterres,
se fez ministro.
Também por nós foi votado
e sob Jorge Sampaio;
foi eleito e indigitado.
Ressuscitou o Partido Socialista,
conforme queriam os trafulhas;
E subiu a São Bento,
onde está desgovernando à direita do PSD.
De novo há de vir com promessas,
para tramar os vivos e os mortos;
e o Seu reino nunca mais chega ao fim.
Creio no Teixeira dos Santos,
Senhor das finanças e fonte da miséria,
que prossegue com austeridade,
e com o IVA já a 23
é adorado e glorificado pela banca.
Ele tramou a classe média.
Creio na União Europeia
Una, franca anglo germânica.
Creio num só orçamento (e uns quantos rectificativos)
para remissão das dívidas.
Espero a redução dos impostos;
E a vida depois do défice que há de vir.
Amém
Excelente! Uma autêntica obra de arte.
ResponderEliminarInfelizmente inclui mais verdades do que seria desejável. Resta de facto esperar que vida haverá para lá do orçamento. Oxalá a caveira do belo quadro que ilustra o post não seja uma antecipação da pós-vida que ia vem.
Simplesmente genial!
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